Essa semana eu estava mal. Sabe quando nada dá certo e parece que a vida não tem mais jeito?? Talvez você não saiba como é, mas isso acontece às vezes.
Quando aocntece comigo, eu sempre recorro a livros que sei que me farão bem e os meus três preferidos são: O Pequeno Príncipe, Os Miseráveis e Pollyanna.
Essa semana recorri ao último e como já sabia que aconteceria, terminei o livro com os olhos inchados (de tanto chorar) e me sentindo a pessoa mais fútil e imbecil do mundo.
É incrível como essa criança, mesmo que ficcional, pode nos ensinar a ver a vida de uma maneira completamente diferente da que vemos normalmente.
Não contarei a história aqui, mesmo porque, a minha intenção é recomendar tal livro à sua leitura e não adaptá-lo, mas acho que posso dar uma breve introdução.
Pollyanna é uma garota de 11 anos, que após perder os pais vai morar com uma tia amarga e sozinha. A vida da garota nunca foi fácil mas ao se mudar para o casarão de sua tia, tudo tende a piorar. A criança passa por situações que deixariam qualquer ser humano, no mínimo, tristíssimo, mas ela vê tudo como um desafio e tenta sempre achar algo para ficar contente. A vida de sua tia, de pessoas amargas ,descontentes e de toda a cidade muda graças ao convívio com a garotinha sardenta e quando um triste incidente põe fim a alegria dela, todos se mobilizam para jogar também o "jogo do contente" e deixar Pollyanna feliz.
Por fim, explico o título do post que se relaciona a uma passagem do romance na qual Pollyanna tenta explicar à sua tia que, na vida, temos que fazer coisa que gostamos e que ISSO sim é viver.
Da passagem original:
Da passagem original:
"To Live is Not Just to Breathe."

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